Estreias da Semana - 21/12/2017

(21 de dez de 2017)




Confira em destaque as estreias desta quinta-feira a seguir:



O Rei do Show

Cinebiografia do apresentador P.T. Barnum. Nascido em Connecticut, em 1810, Barnum começou a trabalhar com shows de variedades em Nova York, em 1834. Ficou famoso por sua facilidade para atrair uma plateia ingênua e por criar um novo formato de circo itinerante, sob um picadeiro, com tipos bizarros e animais exóticos, que Barnum nada humildemente chamava de "O Maior Show da Terra". O filme estreia no dia 25.

Drama / Biografia / Musical - (The Greatest Showman) EUA, 2017.

Direção: Michael Gracey.
Roteiro: Jenny Bicks e Bill Condon.
Elenco: Hugh Jackman, Michelle Williams, Zac Efron, Zendaya, Rebecca Ferguson, Austyn Johnson, Cameron Seely, Keala Settle, Sam Humphrey, Yahya Abdul-Mateen II, Eric Anderson, Ellis Rubin, Skylar Dunn, Daniel Everidge, Paul Sparks, Will Swenson, dentre outros.

Duração: 105 min.
Classificação: Livre.



Suburbicon - Bem-vindos ao Paraíso

A trama acompanha uma família que vive em um bairro tranquilo, mas tudo isso esconde uma realidade perturbadora que envolve o chefe da família, Gardner Lodge, com traição e violência.

Suspense / Drama / Policial - (Suburbicon) EUA / Inglaterra, 2017.

Direção: George Clooney.
Roteiro: Joel Coen, Ethan Coen, George Clooney e Grant Heslov.
Elenco: Matt Damon, Josh Brolin, Oscar Isaac, Julianne Moore, Tony Espinosa, Steven Shaw, Ellen Crawford, Richard Kind, Biff Yeager, Josh Meyer, Hope Banks, Steve Monroe, Noah Jupe, dentre outros.

Duração: 105 min.
Classificação: 16 anos.



As Aventuras de Tadeo 2: O Segredo do Rei Midas

Tadeo é um pedreiro que tem grandes sonhos e sempre se mete em grande aventuras. Aqui, ele está de volta e parte agora para Las Vegas, onde irá ouvir algo extraordinário: que o colar de Midas, o rei transformava tudo o que tocava em ouro, existiu de verdade. Mas o problema surge quando Sara Lavroff, que fez a descoberta, desaparece misteriosamente.

Animação / Aventura - (Tadeo Jones 2: El secreto del Rey Midas) Espanha, 2017.

Direção: David Alonso e Enrique Gato.
Roteiro: Jordi Gasull, Neil Landau e Javier López Barreira.
Elenco: Óscar Barberán, Michelle Jenner, Adriana Ugarte, Luis Posada, Miguel Ángel Jenner, José Corbacho, Roser Batalla, dentre outros.

Duração: 85 min.
Classificação: Livre.



Jovem Mulher

Sem dinheiro, dona apenas de um gato e com todas as portas batendo na sua cara, Paula retorna à Paris. Abandonada pelo namorado, sua odisseia durante o dia e a noite está apenas começando: uma jornada para redescobrir a integridade de sua alma e sua independência. Ela está determinada a recomeçar novamente.

Comédia / Drama - (Jeune Femme) França, 2017.

Direção: Léonor Serraille.
Roteiro: Clémence Carré, Bastien Daret e Léonor Serraille.
Elenco: Laetitia Dosch, Souleymane Seye Ndiaye, Grégoire Monsaingeon, Jean-Christophe Folly, Nathalie Richard, Arnaud de Cazes, Ahmed Zirek, dentre outros.

Duração: 97 min.
Classificação: 14 anos.



Corpo e Alma

Duas pessoas descobrem que dividem o mesmo sonho todas as noites. Eles tentam recriar o que acontece durante a noite enquanto estão acordados.

Drama / Romance - (A testrol es lelekrol) Hungria, 2017.

Direção: Ildikó Enyedi.
Roteiro: Ildikó Enyedi.
Elenco: Alexandra Borbély, Géza Morcsányi, Réka Tenki, Zoltán Schneider, Ervin Nagy, Tamás Jordán, Zsuzsa Járó, dentre outros.

Duração: 116 min.
Classificação: 18 anos.



O Que Nos Liga

Jean, depois de 10 anos, volta para sua cidade natal para ver seu pai que está doente. Ele volta a se reunir com sua irmã Juliette e seu irmão Jérémie, com quem precisa reconstruir a relação e voltar a ser de fato uma família.

Comédia / Drama - (Ce qui nous lie) França, 2017.

Direção: Cédric Klapisch.
Roteiro: Cédric Klapisch, Santiago Amigorena e Jean-Marc Roulot.
Elenco: Pio Marmaï, Ana Girardot, François Civil, Jean-Marc Roulot, María Valverde, Yamée Couture, Jean-Marie Winling, Florence Pernel, Éric Caravaca, Tewfik Jallab, dentre outros.

Duração: 113 min.
Classificação: a definir.



Assim é a Vida

Max é um organizador de eventos e está prestes a realizar um grande casamento. Acreditando que tudo vai sair conforme o planejado, ele não imaginava era que, em uma noite repleta de emoções, algumas coisas sairiam do controle.

Comédia - (Le sens de la fete) França / Canadá / Bélgica, 2017.

Direção: Olivier Nakache e Eric Toledano.
Roteiro: Olivier Nakache e Eric Toledano.
Elenco: Jean-Pierre Bacri, Jean-Paul Rouve, Gilles Lellouche, Vincent Macaigne, Eye Haidara, Suzanne Clément, Alban Ivanov, Hélène Vincent, Benjamin Lavernhe, Judith Chemla, William Lebghil, Kévin Azaïs, dentre outros.

Duração: 117 min.
Classificação: 12 anos.



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Mais do Mesmo ou Algo Inédito?

(20 de dez de 2017)




Nostalgia pode ser vista como uma característica positiva. Algo que cada um de nós se apega em momentos de incerteza e dúvida, seja uma lembrança, um objeto ou o que quer que seja. É a forma do ser humano manter algum resquício de estabilidade num mundo que está em constante mudança.


Mas nostalgia também possui um lado negativo. Quando uma pessoa se prende de forma teimosa a tradições ou métodos ultrapassados, ou a memórias que não trazem nenhuma consequência positiva. Ou simplesmente se recusa a mudar e seguir adiante.


Tanto na TV quanto no cinema, existe esse conflito entre os dois lados da nostalgia. E não há caso mais emblemático do que Star Wars como pivô nesse atrito. O filme original teve um impacto tão imensurável que qualquer continuação seria comparada, não necessariamente de forma favorável. Isso se tornou inevitável. Quando O Imperío Contra-Ataca foi lançado em 1980, muitos o criticaram por deixar de lado o tom otimista e heróico do filme original de 1977. Quando O Retorno de Jedi veio aos cinemas em 1983, muitos o criticaram pelo tom infantil e a presença dos Ewoks. Com A Ameaça Fantasma em 1999, o alvo da vez foi Jar Jar Binks. Em O Ataque dos Clones (2002) foi o romance entre Anakin e Padmé e o uso excessivo de computação gráfica. A cada filme sempre teve um motivo.


Agora com Os Últimos Jedi foi a forma como o filme fugiu completamente dos "parâmetros" estabelecidos na saga. O que se pode entender disso?


É claro que nenhum filme nesse mundo terá opiniões unânimes. E Os Últimos Jedi está mostrando ser uma obra capaz de dividir opiniões de forma bastante aguda. Mas há de se constatar que existe uma geração que possui certas expectativas. Essas expectativas foram construídas graças ao que foi feito nos filmes originais. À medida que Hollywood se consolidou como uma máquina de continuações e remakes, foi se moldando uma geração que não espera nada além disso. Não espera uma história original, com ritmo próprio, em que seus personagens tomam decisões e lidam com eventos inesperados. A estrutura hollywoodiana raramente permite que se desvie da trama blockbuster. E se agradar aos de maior idade que desejam recriar o gosto da infância for possível, melhor ainda. Quanto mais nostalgia, melhor.


O Despertar da Força foi literalmente um filme construído para agradar a esse gosto nostálgico, em busca do prazer gerado pelo filme original. Foi um derivado do filme original a ponto de recriar o mesmo plot, a mesma estrutura, e uma dinâmica similar de personagens. E muitos críticos foram justos ao apontar este detalhe. Mas a prioridade da Disney e da Lucasfilm era dar uma experiência com este sabor similar ao de 1977.


Com Os Últimos Jedi, Rian Johnson teve liberdade completa para fazer o que quisesses com estes personagens. E como um cineasta consagrado no cinema independente, ele se dedicou a levar esses personagens em novas jornadas dramáticas, tomando decisões arriscadas. Decisões que um cineasta mais comercial como J.J. Abrams jamais faria.


Desmistificar Luke Skywalker e mostrá-lo ao público como um hermita pessimista descrente - fugindo da responsabilidade - foi um golpe para muitos fãs. Mas foi essa uma decisão criativa equivocada? Eu diria que foi consistente se levar em conta toda a doutrina Jedi e todo o trauma de ter descoberto a herança de quem seu pai realmente foi.


Acho que qualquer franquia de cinema ou televisão precisa de espaço criativo. Qualquer escritor merece ter alguma liberdade para tentar algo inusitado. A preocupação é alienar o público? Hollywood vive tanto de erros quanto de acertos. Nada é perfeito. A Lucasfilm e a Disney confiaram seu maior produto nas mãos de um cineasta corajoso. E acho que chega a hora de todo mundo aceitar que toda obra pode ser desdobrada num caminho diferente, com a autoria de alguém com um ponto de vista distinto.


O que não pode é ter gente tão contrariada a ponto de iniciar uma campanha para descanonizar o filme. Falta do que fazer. Cada filme tem o direito de seguir seu próprio caminho. Se quiser protestar, é só não pagar o ingresso. Afinal o público quer mais do mesmo ou algo que ainda não tenha visto? Pessoalmente, quando vou ao cinema, estou procurando por uma novidade, no melhor sentido da palavra.


Cabe também a hollywood a aos executivos entender isso. Coisas novas atraem o público também.



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Estreias da Semana - 14/12/2017

(14 de dez de 2017)




Confira em destaque as estreias desta quinta-feira a seguir:



Star Wars - Os Últimos Jedi

Depois de dar seus primeiros passos em um mundo maior em Star Wars: O Despertar da Força, Rey continua sua jornada épica com Finn, Poe e Luke Skywalker para o próximo capítulo da saga.

Ação / Aventura / Fantasia - (Star Wars: The Last Jedi) EUA, 2017.

Direção: Rian Johnson.
Roteiro: Rian Johnson.
Elenco: Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Gwendoline Christie, Domhnall Gleeson, Billie Lourd, Andy Serkis, Laura Dern, Anthony Daniels, Frank Oz, Joseph Gordon-Levitt, Benicio Del Toro, Kelly Marie Tran, Justin Theroux, Lupita Nyong'o, Warwick Davis, Joonas Suotamo, Hermione Corfield, Veronica Ngo, Jimmy Vee, Kate Dickie, Tim Rose, Tom Hardy, dentre outros.

Duração: 152 min.
Classificação: 12 anos.



Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas

Filme sobre a história de William Moulton Marston, o criador do detector de mentiras, que se inspirou em seu relacionamento aberto com Elizabeth e Olive para criar a Mulher-Maravilha.

Drama / Biografia - (Professor Marston & the Wonder Women) EUA, 2017.

Direção: Angela Robinson.
Roteiro: Angela Robinson.
Elenco: Luke Evans, Rebecca Hall, Bella Heathcote, Connie Britton, Monica Giordano, JJ Feild, Chris Conroy, Oliver Platt, Maggie Castle, Alexa Havins, Sharon Kubo, Allie Gallerani, Christopher Jon Gombos, Tom Kemp, dentre outros.

Duração: 108 min.
Classificação: 16 anos.



Jesus - A Esperança

O filme relata a história de Jesus Cristo, narrada pela perspectiva bíblica, baseada nos quatro evangelhos sinóticos, retratando sua vida pública, os milagres, a conspiração em torno de sua existência, sua morte e ressurreição.

Drama - Brasil, 2017.

Direção: Semi Salomão.
Roteiro: Semi Salomão.
Elenco: Luiz A. Vechiatto, Débora Melo, Mauro Augusto Chianfra, Adinam Barbieri, Val Ferreira, Luciana Vechiatto, Aldo Lovato, Josi Rodrigues e Semi Salomão.

Duração: 90 min.
Classificação: 12 anos.



O Poder e o Impossível

O jovem e rebelde Eric é um atleta de snowboard, que vive em busca de adrenalina. Durante um fim de semana, numa estação de esqui, ele acaba preso por uma grande tempestade de neve. Sem conseguir fazer contato com ninguém, ele precisa fazer de tudo para sair dessa situação.

Aventura / Drama / Suspense / Biografia - (6 Below: Miracle on the Mountain) EUA, 2017.

Direção: Scott Waugh.
Roteiro: Madison Turner.
Elenco: Josh Hartnett, Mira Sorvino, Sarah Dumont, Kale Culley, Jason Cottle, Austin R. Grant, Nathan Stevens, David H. Stevens, Beth Waugh, Vashi Nedomansky, dentre outros.

Duração: 98 min.
Classificação: 14 anos.



Mulheres Divinas

Em 1971, a jovem dona de casa Nora vive com seu marido e seus dois filhos numa pequena aldeia. Até então sua vida era tranquila e não tinha sido afetada com as grandes revoltas sociais e o movimento de 1968, mas, é aí que Nora começa a fazer campanha pelo direito de voto das mulheres.

Comédia / Drama - (Die Gottliche Ordnung) Suiça, 2017.

Direção: Petra Biondina Volpe.
Roteiro: Petra Biondina Volpe.
Elenco: Marie Leuenberger, Maximilian Simonischek, Rachel Braunschweig, Sibylle Brunner, Marta Zoffoli, Bettina Stucky, Noe Krejcí, Finn Sutter, Peter Freiburghaus, Therese Affolter, Ella Rumpf, Nicholas Ofczarek, dentre outros.

Duração: 96 min.
Classificação: 14 anos.



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Em menos de 48 horas, Star Wars: Os Últimos Jedi estará passando por salas de cinema no mundo todo.


Para um fã da saga, a espera é interminável. E para quem curte os filmes sem toda a paixão, há algo que se pode fazer enquanto se espera o grande dia: conferir os trabalhos anteriores do diretor Rian Johnson.


Por mais que tenha blockbuster em seu DNA, Star Wars sempre teve diretores com currículo diversificado. Tudo que bem que a franquia é maior que qualquer diretor. Tendo sido criada por George Lucas, qualquer diretor contratado tem de seguir a estética e construção narrativa estabelecidas por ele em qualquer continuação.


Mas é interessante em ver como que com exceção de J.J. Abrams, Star Wars nunca atraiu diretores comerciais. Assim como foi com Irvin Kershner quando este assumiu a direção de O Império Contra-Ataca (seu trabalho mais conhecido até então era Os Olhos de Laura Mars), Johnson não foi contratado para dirigir o oitavo episódio da saga por seu trabalho em blockbusters hollywoodianos, e sim por sua capacidade em encontrar a alma dos personagens em histórias alternativas.


Looper é um grande exemplo disso. Quando foi lançado em 2012, dava para ver que as equipes de marketing não sabiam vender o filme. Todos os trailers mostravam um filme derivado de ficção científica abordando pela vigésima vez uma trama envolvendo viagem no tempo e personagens enfrentando seus equivalentes do passado. Parecia um blockbuster genérico.


Contudo, se assistir ao filme, verá que ele possui uma voz e tom completamente originais. Além do que, o terceiro ato (os últimos 40 minutos do filme) foge completamente do padrão hollywoodiano de ação em escala maior com efeitos e explosões em cada frame. Muito pelo contrário, Looper passa esse trecho inteiro acompanhando os três personagens isolados em uma fazenda, todo focado no dilema de seu protagonista (vivido com maestria por Joseph Gordon-Levitt) que decide o que fará com o garoto inocente que poderá crescer e se tornar um vilão no futuro. Uma narrativa que coloca os personagens à frente da trama, fazendo deles pessoas normais cujas motivações qualquer espectador seria capaz de identificar.


E que final corajoso. Se não viu o filme, assista assim que puder. Caso já tenha, reveja o final:




Outra obra de Johnson foi Vigaristas, filme de 2008 que conta a história dos irmãos Bloom. Um dos irmãos deseja abandonar essa vida de enganar os outros, mas é convencido a participar de um último golpe. Um exemplo de roteiro bem construído que deixa claro que por mais que os personagens planejem o que irão fazer, raramente as coisas saem como planejado.




Johnson também dirigiu três episódios da série Breaking Bad. Nesse caso, o mérito não vai apenas para ele, mas para Vince Gilligan e sua equipe de roteiristas. De qualquer forma, Johnson é responsável pelo antipenúltimo episódio do seriado, Ozymandias, que é considerado o melhor episódio de televisão já construído e cujo impacto dramático foi além de qualquer outra obra televisiva já filmada.


A cena em que Walter White se transforma num monstro perante sua família é um retrato visceral dessa unidade moral e amorosa sendo fragmentada. Confira:



Quem não assistiu a Breaking Bad deveria ao menos assistir a esse episódio. Ou arrumar tempo para assistir a série inteira, porque vale a pena. O trabalho excepcional de Johnson é apenas uma amostra do que ela tem a oferecer.


Se tiver tempo para conferir a filmografia de Johnson, aproveite. Seu talento e sensibilidade merecem todo o destaque que vem ganhando.



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Estreias da Semana - 07/12/2017

(7 de dez de 2017)




Confira em destaque as estreias desta quinta-feira a seguir:



Extraordinário

Filme conta a história de um menino de dez anos chamado Auggie, impedido de frequentar a escola por conta de uma deformidade facial. Começando a quinta série em uma nova escola, ele luta para mostrar aos seus colegas de classe que, apesar das aparências, ele é apenas um garoto comum.

Drama - (Wonder) EUA / Hong Kong, 2017.

Direção: Stephen Chbosky.
Roteiro: Stephen Chbosky, Steve Conrad e Jack Thorne.
Elenco: Jacob Tremblay, Owen Wilson, Izabela Vidovic, Julia Roberts, Mandy Patinkin, Noah Jupe, Bryce Gheisar, Elle McKinnon, Daveed Diggs, J. Douglas Stewart, Danielle Rose Russell, James A Hughes, Sonia Braga, Michael Alan Healy, Jason Tremblay, Emma Tremblay, Nadji Jeter, Kyle Breitkopf, Ty Consiglio, dentre outros.

Duração: 113 min.
Classificação: 10 anos.



Dona Flor e Seus Dois Maridos

Dona Flor fica viúva do boêmio Vadinho e se casa com um recatado farmacêutico de sua cidade. A saudade do ex-marido é tanta que ele volta em forma de fantasma para enlouquecê-la.

Comédia - Brasil, 2017.

Direção: Pedro Vasconcelos.
Roteiro: Pedro Vasconcelos.
Elenco: Juliana Paes, Leandro Hassum, Marcelo Faria, Nívea Maria, Fábio Lago, Duda Ribeiro, Cassiano Carneiro, Haroldo Costa, dentre outros.

Duração: 108 min.
Classificação: 16 anos.



Altas Expectativas

Décio é um treinador de cavalos vencedor que constantemente questiona acontecimentos de sua vida por causa de uma deficiência física. Lena é uma jovem que recebeu como herança um empreendimento todo endividado no Jockey Clube do Brasil. Ela vai cruzar no caminho do rapaz, que irá fazer de tudo para conquistar sua atenção.

Comédia / Drama / Romance - Brasil, 2016.

Direção: Pedro Antonio e Álvaro Campos.
Roteiro: Álvaro Campos e Pedro Antonio.
Elenco: Gigante Leo, Camila Márdila, Maria Eduarda de Carvalho, Felipe Abib, Milhem Cortaz, Pedro Sol, Agildo Ribeiro, Carla Fabiana, Tiago Abravanel, dentre outros.

Duração: 90 min.
Classificação: 12 anos.



Perfeita é a Mãe 2

No novo filme, Amy, Kiki e Carla lidam com o stress familiar da época natalina e com as visitas de suas respectivas mães.

Aventura / Comédia - (A Bad Moms Christmas) EUA / China, 2017.

Direção: Jon Lucas e Scott Moore.
Roteiro: Jon Lucas e Scott Moore.
Elenco: Mila Kunis, Kristen Bell, Kathryn Hahn, Christine Baranski, Susan Sarandon, Cheryl Hines, Jay Hernandez, Justin Hartley, Peter Gallagher, Oona Laurence, Emjay Anthony, Lyle Brocato, Wanda Sykes, Christina Applegate, Cade Mansfield Cooksey, Ariana Greenblatt, Jacks Dean, Madison Muffley, Kenny G, dentre outros.

Duração: 104 min.
Classificação: 16 anos.



Apenas um Garoto em Nova York

O mundo de Thomas Webb, um jovem recém formado à deriva na cidade de Nova York, começa a mudar quando ele descobre que seu pai está tendo um caso com uma jovem sedutora. Determinado a romper o relacionamento, Thomas se envolve com a amante de seu pai, lançando uma cadeia de eventos que mudará tudo o que ele acha que conhece sobre ele e sua família. Tudo isso sob a orientação de um vizinho excêntrico.

Drama - (The Only Living Boy in New York) EUA, 2017.

Direção: Marc Webb.
Roteiro: Alan Loeb.
Elenco: Callum Turner, Jeff Bridges, Kate Beckinsale, Pierce Brosnan, Cynthia Nixon, Kiersey Clemons, Tate Donovan, Wallace Shawn, Anh Duong, Debi Mazar, Ben Hollandsworth, John Bolger, Bill Camp, dentre outros.

Duração: 89 min.
Classificação: 14 anos.



Encantados

Zeneida é filha de um importante político do Pará e, dentre os seus irmãos, ela se destaca por seu jeito perseverante e teimoso em suas escolhas. Por ser sensitiva, vê coisas que mais ninguém vê. Quando ela conhece Caruana, uma figura encantada que encontra na floresta, ela se apaixona e começa a entrar em conflito com sua família.

Fantasia / Drama - Brasil, 2016.

Direção: Tizuka Yamasaki.
Roteiro: Victor Navas.
Elenco: Carolina Oliveira, Thiago Martins, Letícia Sabatella, José Mayer, Dira Paes, Ângelo Antônio, Laura Cardoso, Cássia Kis Magro, dentre outros.

Duração: 78 min.
Classificação: 12 anos.



Lucky

Filme conta a jornada espiritual de um idoso ateu de 90 anos e as pessoas que vivem em sua cidade quase fora do mapa.

Drama / Comédia - EUA, 2017.

Direção: John Carroll Lynch.
Roteiro: Drago Sumonja e Logan Sparks.
Elenco: Harry Dean Stanton, David Lynch, Ron Livingston, Ed Begley Jr., Tom Skerritt, Beth Grant, James Darren, Barry Shabaka Henley, Yvonne Huff, Hugo Armstrong, Bertila Damas, Ana Mercedes, Sarah Cook, dentre outros.

Duração: 88 min.
Classificação: 14 anos.



Em Busca de Fellini

Lucy ama filmes e descobre os longas excêntricos de Federico Fellini. Ela começa uma viagem estranha e bonita pela Itália para encontrá-lo. Ao longo do caminho descobre muito além do que jamais esperou.

Aventura / Drama - (In Search of Fellini) EUA, 2017.

Direção: Taron Lexton.
Roteiro: Nancy Cartwright e Peter Kjenaas.
Elenco: Ksenia Solo, Maria Bello, David O'Donnell, Mary Lynn Rajskub, Beth Riesgraf, Barbara Bouchet, Nancy Cartwright, Andrea Osvárt, April Martucci, Kim Evans, Michael Wiseman, dentre outros.

Duração: 93 min.
Classificação: 14 anos.



Verão 1993

Frida, de seis anos de idade, após a morte de sua mãe, se muda de Barcelona para o interior da região da Catalunha para viver com seus tios e terá que aprender a lidar com suas emoções e se adaptar a nova vida.

Drama - (Estiu 1993) Espanha, 2017.

Direção: Carla Simón.
Roteiro: Valentina Viso e Carla Simón.
Elenco: Laia Artigas, Paula Robles, Bruna Cusí, David Verdaguer, Fermí Reixach, Montse Sanz, Isabel Rocatti, dentre outros.

Duração: 97 min.
Classificação: 12 anos.




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Parece uma pegadinha. Um boato sem fundamento desses que aparece em revistas de fofoca. Nunca que alguém iria imaginar que um dia Quentin Tarantino seria cotado para dirigir um filme de Star Trek.


Relembrando: a franquia criada por Gene Roddenberry existe há 51 anos (quase a idade do próprio Tarantino). Tudo começou com a série original, que foi exibida de 1966 a 1969, estrelando William Shatner como Kirk, Leonard Nimoy como Spock, e todo o restante da tripulação da USS Enterprise viajando em missões pelos confins do espaço, representando a federação no Século XXIII.


Em 1973, foi ao ar a série animada, que durou 22 episódios, continuando as aventuras dos mesmos personagens. Inclusive trouxeram todos os atores originais para dublar seus personagens, que foi uma exigência de Nimoy ao ser convidado.


Em 1987, Roddenberry criou e produziu A Nova Geração, se passando 80 anos após os eventos originais, com um novo capitão vivido por Patrick Stewart, o andróide Data vivido por Brent Spiner, e o restante do elenco. A série durou 178 episódios até seu final em 1994. Após a morte de Roddenberry, o produtor Rick Berman permaneceu como o responsável pela franquia, produzindo A Nova Geração, e criando as séries Deep Space Nine (1993-1999), Voyager (1995-2001) e Enterprise (2001-2005).


Além disso, diversos filmes vem sendo produzidos para as telas de cinema desde 1979. O último filme foi Star Trek: Sem Fronteiras, lançado em 2016.


E todas as produções tem um aspecto em comum: elas respeitaram a estética, o tom, o gênero e a estrutura criadas por Roddenberry há mais de 50 anos. Star Trek nunca foi um veículo autoral para diretores expressivos. A palavra final sempre foi do produtor, seja ele Berman, J.J. Abrams, Harve Bennett ou o próprio Roddenberry.


A notícia que vazou agora afirma que Tarantino teria feito um pitching* para os executivos da Paramount, e que o próprio Abrams teria curtido a premissa a ponto de apoiá-lo. Existe forte possibilidade de Tarantino assumir este projeto após concluir seu filme sobre Charles Manson, em produção atualmente.


*Uma apresentação ou venda de uma idéia.


Seria Tarantino capaz de conter seu ego e suas tendências ao dirigir um filme de Star Trek? Vale lembrar que ele já dirigiu episódios de CSI e ER, e ele foi capaz de encaixar seu trabalho no universo já bem definido desses seriados sem chamar atenção.


Outra questão em aberto é: que rumo este filme tomaria?


Atualmente, a Paramount e J.J. Abrams estariam desenvolvendo mais um filme com o elenco introduzido em 2009, incluindo Chris Pine e Zachary Quinto nas novas encarnações de Kirk e Spock, com a possibilidade de Chris Hemsworth retornar ao papel de George Kirk, pai do capitão.


Além disso, temos também a série Star Trek Discovery, criada por Bryan Fuller, atualmente produzindo sua segunda temporada, e que se passa na linha temporal tradicional separada dos filmes atuais, mostrando aventuras de USS Discovery, tendo Sonequa Martin-Green como a protagonista.


Será que o filme de Tarantino seguiria todo o cânone estabelecido nos últimos 50 anos ou tomaria um rumo completamente diferente, ignorando todos os episódios e filmes anteriores? Se esta notícia for realmente verdadeira, há muitas perguntas a serem feitas.


Tudo bem que quando alguém pensa em Tarantino, a primeira imagem que vem à cabeça é algo como Pulp Fiction ou Cães de Aluguel, mas sua filmografia pode ser vista como eclética. Por mais que muitos fãs fiquem apreensivos, sempre existe a possibilidade de Tarantino surpreender. Kill Bill foi uma mistura inesperada de vários gêneros, incluindo uma boa dose de cultura japonesa. Django Livre misturou western e escravidão com maestria. Tarantino sempre foi cinéfilo, disposto a consumir todo tipo de produto e obra.


Veremos no que dá, caso isso vá adiante.



Posted in 0 comentários Postado por Eduardo Jencarelli às 10:54