Estreias da Semana - 25/02/2021

(25 de fev. de 2021)


Confira em destaque as estreias desta quinta-feira a seguir:


Monster Hunter


Baseado na série de jogos da Capcom. Por trás do mundo que conhecemos, existe um perigoso universo, com bestas gigantes e monstros perigosos que governam com total feracidade. Quando uma tempestade de areia transporta a Tenente Artemis e sua unidade para esse mundo, os soldados ficam em choque, descobrindo que o novo ambiente é o hostil lar de diversas criaturas perigosas, imunes ao seu poder de fogo. Batalhando por suas vidas, a unidade precisará de um milagre para se salvar da fúria desse inóspito novo local.


Ação / Aventura / Fantasia - EUA / Alemanha / Japão / China, 2020.


Direção: Paul W.S. Anderson.
Roteiro: Paul W.S. Anderson.
Elenco: Milla Jovovich, Tony Jaa, Ron Perlman, T.I., Diego Boneta, Meagan Good, Josh Helman, Jin Au-Yeung, Hirona Yamazaki, Jannik Schümann, Nanda Costa, Nic Rasenti, dentre outros.


Duração: 103 min.
Classificação: 14 anos.



Judas e o Messias Negro


A história de ascensão e queda de Fred Hampton, o ativista dos direitos dos negros e revolucionário líder do partido dos Panteras Negras. Um jovem proeminente na política, ele atrai a atenção do FBI, que com a ajuda de William O’Neal acaba infiltrando os Panteras Negras e causando o assassinato de Hampton.


Drama / Biografia - (Judas and the Black Messiah) EUA, 2021.


Direção: Shaka King.
Roteiro: Will Benson e Shaka King.
Elenco: Daniel Kaluuya, LaKeith Stanfield, Jesse Plemons, Dominique Fishback, Ashton Sanders, Algee Smith, Darrell Britt-Gibson, Lil Rel Howery, Dominique Thorne, Martin Sheen, Amari Cheatom, Khris Davis, Ian Duff, Caleb Eberhardt, Robert Longstreet, Amber Chardae Robinson, Ikechukwu Ufomadu, James Udom, dentre outros.


Duração: 126 min.
Classificação: a definir.


Amarração do Amor


Lucas e Bebel decidem oficializar a união. Mal sabem eles que a religião vai ser um ponto de discórdia entre suas respectivas famílias. Enquanto o pai da noiva, Samuel, luta para fortalecer as tradições judaicas dentro de casa; Regina, mãe de Lucas, se esforça para que seu filho leve para sua futura família as tradições da umbanda.


Comédia - Brasil, Brasil, 2018.


Direção: Caroline Fioratti.
Roteiro: Carolina Castro, Marcelo Andrade e Caroline Fioratti.
Elenco: Bruno Suzano, Samya Pascotto, Ary França, Cacau Protásio, Malu Valle, Mauricio de Barros, Lorena Comparato, Vinicius Wester, dentre outros.


Duração: 81 min.
Classificação: a definir.



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Estreias da Semana - 18/02/2021

(18 de fev. de 2021)

 

Confira em destaque as estreias desta quinta-feira a seguir:




Tom & Jerry: O Filme


Adaptação do clássico desenho animado da Hanna-Barbera, retornando às origens da história e mostrando como Tom e Jerry se conheceram. Depois de anos vivendo na casa de um casal de idosos que o trata como um animal de estimação, Jerry precisa se virar para sobreviver quando descobre que existem novos locatários no local. E pior do que isso: eles trouxeram consigo um gato.


Animação / Aventura / Comédia - (Tom and Jerry) EUA / Alemanha / Inglaterra / França, 2021.


Direção: Tim Story.
Roteiro: Kevin Costello.
Elenco: Chloë Grace Moretz, Michael Peña, Jordan Bolger, Rob Delaney, Patsy Ferran, Pallavi Sharda, Colin Jost, Somi De Souza, Ajay Chhabra, Patrick Poletti, Janis Ahern, Ken Jeong, Camilla Arfwedson, Joe Bone, Edward Judge, dentre outros.


Duração: 101 min.
Classificação: Livre.



The Mauritanian


A história real da luta de Slahi pela liberdade depois de ser detido e preso sem provas concretas pelo governo dos EUA durante anos. Sozinho e com medo, Slahi encontra aliados na advogada de defesa Nancy Hollander e sua associada Teri Duncan que lutam contra o governo dos EUA em uma batalha por justiça que testa seu compromisso com a lei e seu cliente a cada passo. Sua polêmica defesa, junto com as evidências descobertas por um formidável promotor militar, o tenente-coronel Stuart Couch, revela verdades chocantes e, em última instância, prova que o espírito humano não pode ser preso.


Drama / Suspense - Inglaterra / EUA, 2021.


Direção: Kevin Macdonald.
Roteiro: Michael Bronner, Rory Raines e Sohrab Noshirvani.
Elenco: Tahar Rahim, Jodie Foster, Shailene Woodley, Benedict Cumberbatch, Stevel Marc, Zachary Levi, Nezar Alderazi, Clayton Boyd, Francis Chouler, David Fynn, Melissa Haiden, Evan Hengst, Robert Hobbs, Andre Jacobs, Corey Johnson, Bonko Khoza, Langley Kirkwood, dentre outros.


Duração: 129 min.
Classificação: a definir.



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Estreias da Semana - 11/02/2021

(11 de fev. de 2021)

 

Confira em destaque as estreias desta quinta-feira a seguir:


Notre Dame


Maud ganha a oportunidade de reformar a icônica catedral de Notre Dame, enquanto lida com questões pessoais e profissionais, gerando tensões em níveis tanto cômicos quanto dramáticos.


Comédia - França / Bélgica, 2019.


Direção: Valérie Donzelli.
Roteiro: Benjamin Charbit e Valérie Donzelli.
Elenco: Valérie Donzelli, Pierre Deladonchamps, Thomas Scimeca, Bouli Lanners, Virginie Ledoyen, Isabelle Candelier, Philippe Katerine, Claude Perron, Samir Guesmi, Pauline Serieys, Nafsica Labrakos, dentre outros.


Duração: 88 min.
Classificação: a definir.


Um Divã na Tunísia


Após dez anos morando em Paris, Selma volta para Túnis, na Tunísia. Em casa, ela logo se vê envolvida em problemas com seus familiares, decidindo abrir um consultório de psicoterapia. Enquanto Selma tenta se acomodar, se depara com complicações crescentes que não poderia ter previsto. Não se trata apenas de encontrar pacientes interessados ​​em psicoterapia, mas também em navegar em um circo burocrático confuso a fim de conseguir os documentos certos para dirigir sua clínica.


Comédia / Drama - (Un divan à Tunis) França / Tunísia, 2019.


Direção: Manele Labidi.
Roteiro: Manele Labidi e Maud Ameline.
Elenco: Golshifteh Farahani, Majd Mastoura, Aïsha Ben Miled, Feryel Chammari, Hichem Yacoubi, Najoua Zouhair, Jamel Sassi, Ramla Ayari, Moncef Ajengui, dentre outros.


Duração: 88 min.
Classificação: a definir.


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Estreias da Semana - 04/02/2021

(4 de fev. de 2021)

 

Apenas um lançamento nesta quinta-feira. Confira logo abaixo:



Apostando Alto


Ella conhece Abel, o que faz com que sua vida mude completamente. Na companhia desse amante indescritível, a garota vai descobrir os círculos cosmopolitas de Paris e de jogos subterrâneos, onde a adrenalina e o dinheiro reinam. Primeiro uma aposta, sua história é transformada em uma paixão devoradora.



Policial / Drama - (Joueurs) França, 2018.


Direção: Marie Monge.
Roteiro: Julien Guetta, Marie Monge e Romain Compingt.
Elenco: Stacy Martin, Tahar Rahim, Bruno Wolkowitch, Karim Leklou, Marie Denarnaud, Jean-Michel Correia, Henri-Noël Tabary, Jonathan Couzinié, Roman Kossowski, Alassane Traore, Djemel Barek, dentre outros.


Duração: 105 min.
Classificação: 14 anos.



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Estreias da Semana - 17/12/2020

(17 de dez. de 2020)

 

Confira em destaque as estreias desta quinta-feira a seguir:


Mulher Maravilha 1984


A continuação do longa de 2017 segue com a história de Diana Prince/Mulher-Maravilha, agora em 1984, durante a Guerra Fria, entrando em conflito com dois grande inimigos - o empresário de mídia Maxwell Lord e a amiga que virou inimiga Barbara Minerva/Cheetah - enquanto se reúne com seu interesse amoroso Steve Trevor.


Ação / Aventura / Fantasia - (Wonder Woman 1984) EUA / Inglaterra / Espanha, 2020.


Direção: Patty Jenkins.
Roteiro: Patty Jenkins, Geoff Johns e Dave Callaham.
Elenco: Gal Gadot, Chris Pine, Kristen Wiig, Pedro Pascal, Robin Wright, Connie Nielsen, Lilly Aspell, Amr Waked, Kristoffer Polaha, Natasha Rothwell, Ravi Patel, Oliver Cotton, Lucian Perez, Gabriella Wilde, Kelvin Yu, Stuart Milligan, dentre outros.


Duração: 151 min.
Classificação: a definir.



O Mensageiro do Último Dia


Um grupo de adolescentes de uma pequena cidade começa a desaparecer misteriosamente. Os moradores acreditam que é apenas uma lenda urbana local. Enquanto um policial aposentado investiga os desaparecimentos, ele descobre um grupo secreto e suas tentativas de evocarem uma entidade sobrenatural, colocando a vida de todos em perigo.


Policial / Drama / Horror / Mistério / Suspense - (The Empty Man) EUA / África do Sul / Inglaterra, 2020.


Direção: David Prior.
Roteiro: David Prior.
Elenco: James Badge Dale, Stephen Root, Joel Courtney, Sasha Frolova, Marin Ireland, Samantha Logan, Aaron Poole, Robert Aramayo, Evan Jonigkeit, Ron Canada, dentre outros.


Duração: 137 min.
Classificação: a definir.


Posted in 0 comentários Postado por Eduardo Jencarelli às 12:58  

Estreias da Semana - 10/12/2020

(10 de dez. de 2020)

 

Confira em destaque as estreias desta quinta-feira a seguir:


Freaky - No Corpo de um Assassino


Um punhal místico faz com que Millie e um serial killer troquem de corpo. Então, a jovem descobre que possui apenas 24 horas para ter seu corpo de volta antes que a troca se torne permanente e ela fique presa na forma de um maníaco de meia-idade para sempre. O grande problema é que, agora, ela parece uma psicopata imponente que é alvo de uma caçada humana por toda a cidade, enquanto o psicopata se parece com ela e planeja libertar seu apetite por carnificina.


Comédia / Horror / Suspense - EUA, 2020.


Direção: Christopher Landon.
Roteiro: Michael Kennedy e Christopher Landon.
Elenco: Kathryn Newton, Vince Vaughn, Celeste O'Connor, Misha Osherovich, Emily Holder, Nicholas Stargel, Kelly Lamor Wilson, Mitchell Hoog, Dana Drori, Katie Finneran, Alan Ruck, Alonzo Ward, Dustin Lewis, Jennifer Pierce Mathus, Uriah Shelton, Melissa Collazo, dentre outros.

Duração: 102 min.
Classificação: a definir.


Todos os Mortos


São Paulo, 1899. Onze anos após a abolição da escravidão, fantasmas ainda caminham entre os vivos. As mulheres da família Soares, antigas proprietárias de terra, não abrem mão do que resta de seus privilégios. Já Iná Nascimento, mulher que viveu por muito tempo a escravidão, batalha para reunir seus familiares em um mundo ainda muito hostil. Cada uma dessas mulheres tentam construir um futuro próprio à sua maneira.


Drama / Histórico - Brasil / França, 2020.


Direção: Caetano Gotardo e Marco Dutra.
Roteiro: Caetano Gotardo e Marco Dutra.
Elenco: Mawusi Tulani, Clarissa Kiste, Carolina Bianchi, Thaia Perez, Leonor Silveira, Rogério Brito, Thomas Aquino, Andrea Marquee, dentre outros.


Duração: 120 min.
Classificação: a definir.


Posted in 0 comentários Postado por Eduardo Jencarelli às 12:08  

 

Ontem teve o mais alto sinal de alerta a respeito do futuro da indústria do cinema recente. A Warner anunciou que irá lançar seu catálogo de 17 filmes blockbusters nesse próximo ano da seguinte forma: lançamento simultâneo nos cinemas e nas plataformas de streaming.


Resumindo: acabou de vez a janela de exibição.


Para quem não conhece o termo, eis uma pequena aula. Janela de exibição significa o período de exclusividade no qual as cadeias exibidoras de cinema (as salas de exibição) podem manter um filme no ar. Durante esse período, ela lucra com essa exclusividade até que o período termine e os estúdios lancem o filme em outras plataformas, sejam streaming, DVD ou canais por assinatura e abertos.


E a Warner pode ter causado uma rachadura permanente nessa represa. E isso pode encorajar outros estúdios a seguirem esse mesmo caminho.


Como todos sabem, a pandemia havia fechado os cinemas. No Brasil, estão abertas agora com restrições para impedir aglomerações. Lá fora, principalmente nos EUA, permanecem fechadas (com pouquíssimas exceções) por tempo indeterminado. O único lançamento do estúdio de destaque foi Tenet*, o mais novo filme de Christopher Nolan, e que rendeu um valor bem modesto levando em conta a pandemia. Mulher Maravilha 1984 foi adiado para o ano que vem.


*Que para mim, foi uma mistura de Amnésia com A Origem, só que bem menos original e não tão bem executado. Mas teve uma sequência de abertura impactante, que vale o preço de uma sala IMAX.


Mas o fato é que esse é um problema que já existia antes e já vinha ganhando força. A pandemia apenas acelerou o processo. Essa é uma disputa que ocorre há décadas entre as redes exibidoras e os estúdios hollywoodianos. Antigamente, salas de cinema ficavam com 50% da bilheteria de um lançamento. Nas décadas seguintes, os estúdios cada vez mais poderosos renegociaram essa partilha e acabaram ficando com uma fatia cada vez maior do lucro de seus próprios filmes. O resultado disso? Salas de exibição precisando de outras fontes de renda. Por isso que cobram preços exorbitantes nos combos de pipoca e bebida, porque é a única forma de renderem qualquer lucro.


Streaming tem provado ser uma alternativa benéfica para estúdios. Quando viram que a Netflix ia abocanhar esse novo mercado, todos eles reagiram criando serviços de conteúdo online alternativos. Disney +, HBO Max, Amazon Prime, Peacock, Hulu, e assim por diante. Se eles controlam o método de lançamento e exibição, não precisam partilhar os lucros com ninguém.


Antigamente, há quase 100 anos atrás, os estúdios eram literalmente donos das salas de exibição. Uma lei estabelecida na década de 1940 inviabilizou essa prática, vista como monopólio. Só que na época, não existia o conceito de filme blockbuster. Estúdios tinham uma variedade de lançamentos para todos os gostos, e mesmo os filmes de maior apelo comercial não eram arrasa-quarteirões capazes de varrer fora a competição.


Isso mudou na década de 1970, com Star Wars e Tubarão. Desde então, a procura pelo mega-produto capaz de gerar uma franquia com fãs fieis tem redefinido a indústria cinematográfica. Uma indústria de conteúdo e narrativa extremamente variada foi se tornando pouco a pouco algo muito mais homogêneo. Claro que isso tem resultado em produções cada vez mais caras, e que dependem de imenso retorno financeiro. Produções de $200-$300 milhões requerem retornos muito acima desse patamar para serem considerados sucessos.


O que acontece se um desses filmes não dá o devido retorno? Lembremos que foi numa dessas que a Carolco Pictures foi a falência em 1996. Gastou $90 milhões em A Ilha da Garganta Cortada, filme que rendeu menos de $20 milhões. O que acontece se um Star Wars ou Vingadores hoje perde dinheiro nessa proporção?


Seria esse talvez o começo do fim das salas de cinema? Da forma que eu vejo, há duas possibilidades. Essa seria a primeira, com os estúdios preferindo focar nas opções de streaming. E mesmo assim, eu tenho dúvidas se essa conta fecha, se o investimento de uma família numa assinatura de um serviço desses compensa a perda das vendas de ingressos.


A outra possibilidade é que os estúdios poderiam tentar acabar de vez com as redes exibidoras atuais para eles se firmarem criando novas salas de cinema que eles mesmo controlariam. É uma solução difícil de prever, que bateria de frente com as leis antitruste norte-americanas, e que continuaria sendo uma incerteza nesse período de quarentena.


A única vantagem por enquanto que eu vejo desse esvaziamento das salas de cinema é que elas ficariam livres daquele público insuportável que vai ao cinema apenas para conversar e brincar nos telefones celulares. O cinema teria a presença exclusiva de cinéfilos e amantes da arte. Mas será que esse público é o suficiente para bancar o modelo atual?


E tem também a questão de remuneração em novas mídias. Vários talentos responsáveis pela sétima arte (atores, diretores, roteiristas, etc.) dependem de pagamentos residuais. Não estou falando de estrelas poderosas como Robert Downey Jr., e sim dos rostos que o público não conhece tão bem, além do talento por trás das câmeras que não se chamam Spielberg ou Scorsese. São pessoas que trabalham de filme em filme, sem a devida segurança financeira, e que dependem desses pagamentos residuais que são negociados com base na permanência dos filmes nas salas de cinema. Alguns dizem que é quase impossível negociar esses mesmos valores em mídias alternativas como streaming. Isso mataria ainda mais a variedade no cinema, com menos espaço para players pequenos e produções menores.


De qualquer forma, é uma ruptura radical do modelo tradicional de distribuição e exibição de longas. E dá para dizer algo a respeito com convicção. Isso custará a segurança financeira de muita gente envolvida na indústria. Dizem que mercados se autorregulam, mas isso também vem com o custo de gente humilde e honesta que fez parte dessa indústria. Independente de como as coisas serão para indústria pós-pandemia, essa incerteza permanecerá para muitos.


Posted in 0 comentários Postado por Eduardo Jencarelli às 11:47