Momento Trivia: Evereste

(25 de set de 2015)




Confira alguns fatos e curiosidades sobre o filme:



- O filme foi baseado no pior desastre ocorrido na região, em 1996. Contudo, houve uma outra avalanche em 2014, que causou mais mortes do que em 1996, e acabou até mesmo adiando o começo das filmagens desse longa.


- Além do desastre de 1996, o filme também se baseia no livro de Jon Krakauer.


- Christian Bale esteve ligado ao papel de Rob Hall, mas acabou indo trabalhar com Ridley Scott em Êxodo - Deuses e Reis. Isso levou o diretor Baltasar Kormákur a retrabalhar o roteiro e ampliar o foco no elenco como um todo ao invés de focar num único protagonista.


- Rob Hall foi o primeiro estrangeiro a subir o Evereste pelo menos cinco vezes. Sua esposa foi a segunda mulher neo-zelandesa a subir a montanha.


- Keira Knightley filmou suas cenas em apenas 6 dias.


- O filho de Beck é interpretado pelo filho do diretor.


- É a primeira produção da Walden Media (As Crônicas de Nárnia) em parceria com a Universal Pictures.





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Estreias da Semana - 24/09/2015

(24 de set de 2015)



Confira em detalhes as estreias desta semana logo abaixo:



Evereste

A trama enfoca a tragédia de 1986 em que três expedições diferentes foram pegas por uma tempestade de neve repentina no pico do Evereste.

Drama / Suspense - (Everest) EUA / Inglaterra / Islândia, 2015.

Direção: Baltasar Kormákur.
Roteiro: William Nicholson e Simon Beaufoy.
Elenco: Jason Clarke, Thomas M. Wright, John Hawkes, Josh Brolin, Jake Gylenhaal, Keira Knightley, Robin Wright, Sam Worthington, dentre outros.

Duração: 121 min.
Classificação: 12 anos.



Um Senhor Estagiário

Anne Hathaway vive a dona de um serviço de e-business voltado para o mercado da moda que participa de um programa de incentivo: receber sêniores para estagiar na empresa. Ela acredita que receberá um veterano de faculdade, mas são sêniores idosos literalmente. Assim, ela precisa lidar com um viúvo de 70 anos como seu novo estagiário.

Comédia - (The Intern) EUA, 2015.

Direção: Nancy Meyers.
Roteiro: Nancy Meyers.
Elenco: Anne Hathaway, Robert De Niro, Rene Russo, Anders Holm, Adam DeVine, JoJo Kushner, dentre outros.

Duração: 121 min.
Classificação: Livre.



A Pele de Vênus

Uma atriz tenta convencer um diretor que ela é perfeita para interpretar a personagem de sua próxima peça, inspirada em Vênus im Pelz, clássico do século 19 que estabeleceu o conceito do masoquismo.

Drama - (Le Vénus à la fourrure) França / Polônia, 2013.

Direção: Roman Polanski.
Roteiro: Roman Polanski e David Ives.
Elenco: Emmanuelle Seigner e Mathieu Amalric.

Duração: 96 min.
Classificação: 14 anos.




Hotel Transilvânia 2

Drácula finalmente passou a permitir hóspedes humanos em seu hotel. Porém, ele está preocupado com seu adorável neto, meio-humano e meio-vampiro, Dennis, que não demonstra nenhum sinal de que um dia será um vampiro.

Animação / Comédia / Fantasia - (Hotel Transylvania 2) EUA, 2015.

Direção: Genndy Tartakovsky.
Roteiro: Adam Sandler e Robert Smigel.
Elenco: Adam Sandler, Andy Samberg, Selena Gomez, Kevin James, Steve Buscemi, David Spade, Fran Drescher, Molly Shannon, Mel Brooks, Dana Carvey, Rob Riggle, Megan Mullaly, Nick Offerman, Jon Lovitz, Robert Smigel, dentre outros.

Duração: 89 min.
Classificação: 6 anos.



O Samba

O cantor Martinho da Vila guia o espectador através do mundo do samba, contando histórias sobre sua carreira e apresentando sua escola do coração, Vila Isabel.

Documentário / Musical - Brasil / Suiça, 2014.

Direção: Georges Gachot.
Roteiro: Georges Gachot.
Elenco: Martinho da Vila, Beth Carvalho, Leci Brandão, Ney Matogrosso, dentre outros.

Duração: 82 min.
Classificação: Livre.



O Vinho Perfeito

Giovanni é o especialista em vinhos mais reverenciado da Itália. Ele abandonou o emprego de bancário para se dedicar à arte de apreciar a bebida e reconhecer safras exclusivas. Até que, certo dia, ele é acusado pelo assassinato da esposa Adele e vai parar na delegacia, onde o quebra-cabeça de sua paixão louca pelo vinho é desvendado.

Comédia / Suspense - (Vinodentro) Itália, 2013.

Direção: Ferdinando Vicentini Orgnani.
Roteiro: Heidrun Schleef e Ferdinando Vicentini Orgnani.
Elenco: Vincenzo Amato, Giovanna Mezzogiorno, Lambert Wilson, dentre outros.

Duração: 92 min.
Classificação: 14 anos.



A Hora e a Vez de Augusto Matraga

Augusto Matraga é um homem temido no povoado onde mora. Após sofrer uma emboscada, é dado como morto, mas acaba sendo salvo por um casal.

Drama - Brasil, 2011.

Direção: Vinícius Coimbra.
Roteiro: Manuela Dias e Vinícius Coimbra.
Elenco: José Wilker, João Miguel, Júlio Andrade, Irandhir Santos, Vanessa Gerbelli, dentre outros.

Duração: 106 min.
Classificação: 14 anos.





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Nessa semana, surgiu uma novidade para aqueles que reclamam do preço salgado por sessões que as redes de cinema cobram atualmente. O aplicativo Primepass que chega no Brasil oferece um pacote interessante ao público: pagando uma mensalidade de R$ 99,90, você tem a oportunidade de assistir a 31 sessões de filmes por mês.


A princípio, essa seria uma parceria com a redes exibidoras Cinemark, Kinoplex, UCI e Cinépolis. Contudo, quando foram abordados por portais de notícias, as redes negaram a parceria com a empresa responsável pelo aplicativo. Todavia, essa falha de comunicação foi corrigida, e agora as redes afirmam que estão dentro da parceria, apesar de não incluirem todos os cinemas.


É evidente que as redes não querem tornar-se vilãs numa situação que beneficiaria o consumidor. Não há porque elas se envolverem em uma situação semelhante a dos taxistas que lutam contra o Uber. Existem estudos publicados onde um resultado é claro: com os preços atuais, as redes exibidoras precisam repensar seu modelo de negócios.


Agora vamos a uma questão que ninguém levantou: 31 filmes em um mês?


No ritmo em que vivemos, é praticamente impossível encontrar tempo para assistir a essa quantidade de filmes em casa, quem dirá o tempo extra que se perderia indo até um shopping ou salas exibidoras. Dificilmente um espectador conseguiria encontrar tempo para assistir a um filme por dia.


De qualquer forma, se uma pessoa consegue assistir a 15 ou 16 filmes, já justificou a mensalidade. Levando em conta que filmes custam mais de R$ 20,00, é um bom negócio. De certa forma, é uma versão mais extrema do modelo adotado por serviços como o Netflix.


Entretanto, isso levanta um problema: alguém estará perdendo dinheiro nesse processo. Se não os empreendedores por trás do Primepass, será as exibidoras, ou pior ainda: os produtores que recebem a menor fatia de bilheteria. Contudo, de acordo com o executivo da Primepass, os exibidores continuariam a receber o valor integral dos ingressos. Então, são eles mesmos que estão arcando com os custos. Se isso funciona, só o tempo dirá.


Mas tem outra questão: quem determina quais filmes serão lançados no Brasil são as distribuidoras, que fazem pesquisas de mercado, buscando satisfazer o modelo dos exibidores, e acabam deixando uma enorme quantidade de filmes sem serem lançados. Cerca de 70% da produção mundial anual vai direto para DVD e nem passa nos cinemas brasileiros. Geralmente, são lançados 10 produções inéditas por semana no país. Muito pouco para o espectador que busca assistir a 31 filmes. Esse modelo teria de ser repensado para incluir os filmes que são ignorados. Isso seria uma boa consequência, caso o Primepass torne-se popular. Mas isso depende da boa vontade de distribuidoras e exibidoras de quererem lançar esses filmes.


Vejamos o que acontece na prática. Em teoria, esta é uma grande oportunidade para cinéfilos e pessoas com tempo disponível.



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O legado do Queen no cinema

(22 de set de 2015)



Rock'n Roll: tem muitos que amam, e tem muitos que odeiam. Independente do gosto, uma coisa é certa: muitas dessas trilhas marcantes acabam quase sempre sendo usadas no cinema.



Poucos tiveram um repertório de alcance tão abrangente quanto o do Queen, cuja discografia já foi vista em tudo que se pode imaginar. Nessa última semana, tivemos o prazer de reviver os dias gloriosos da banda, de volta no Rock in Rio, com a presença do cantor Adam Lambert, que aproveita seu momento de fama ao máximo e procura dar o melhor de si encarnando a presença mítica de Freddie Mercury.



E é claro que com a qualidade das músicas, muitas delas tornaram-se ícones de vários filmes ao decorrer dos anos. São poucas as bandas que tiveram um impacto tão abrangente quanto o Queen. Vamos conferir alguns dos filmes que tiveram o privilégio de tornarem-se famosos graças a essas trilhas.


Quem não se lembra da abertura de Flash Gordon?



O filme de 1980 foi uma combinação fora do comum. Olhando com a perspectiva de 2015, a maioria do público vai concordar que o filme era muito tosco. Mas foi exatamente esse aspecto que fez com que a música do Queen encaixasse de forma tão perfeita na trilha do filme. O simples fato do Queen ter composto a música especificamente pro filme mostra como um pouco de dedicação e paixão cria resultados inesquecíveis. É um prazer rever essa abertura de três minutos e meio só pra ouvir a música, que combina perfeitamente com o estilo visual. Hoje já é difícil ver filmes com aberturas prolongadas.



A Vingança dos Nerds também é um clássico lembrado pelo impacto de uma das melodias mais famosas do Queen: We are the Champions. Como não se emocionar com Gilbert, personagem de Anthony Edwards, que expõe seu lado nerd com coragem. A música representa um grito de emancipação e resolução para esses personagens. Todos são campeões.



Wayne's World é outro clássico da comédia que ganhou o selo do Queen em sua trilha. No filme, os personagens vividos por Mike Myers e Dana Carvey dirigem pelas ruas ouvindo fitas no carro. Ao mesmo tempo, eles tentam impedir que o amigo vomite e sonham em ganhar uma guitarra. E é claro que isso leva à cena inesquecível com os personagens dançando ao som frenético de Bohemian Rhapsody.



Quem assistiu a Highlander, sabe a força de sua associação com o Queen. Difícil acrescentar algo relevante sobre um filme que já foi discutido durante tanto tempo, por isso prefiro deixar a obra se expressar. Who wants to live forever é a alma da paixão. A sequência logo abaixo fala por si só.



A influência do Queen no cinema não ficou restrita aos anos 1980 e 1990. Mesmo com a morte de Freddie Mercury, e mesmo passando da virada de século, seu legado continuou vivo.



Em Coração de Cavaleiro, o roteirista/diretor Brian Helgeland queria passar a intensidade emocional que aqueles personagens medievais viviam de tal forma que o público compreendesse. Se tivesse usado música do período, ele não teria conseguido esse impacto. Ao incluir diversos hits do Queen, incluindo We Will Rock You e We Are the Champions no repertório do filme, ele conseguiu colocar o espectador na pele de William Thatcher (vivido por Heath Ledger) e sua clássica jornada de herói. Junto com Highlander, o filme faz do Queen um ícone da fantasia medieval. Uma combinação inusitada, mas que funciona. Outro filme que vale simplesmente pela abertura:



Nem Moulin Rouge conseguiu escapar dessa tendência. O filme de Baz Luhrmann, que recria uma quantidade gigantesca de músicas de todos os gêneros, não podia ficar de fora e deixar de incluir uma canção do Queen. Romance é um tema central nesse filme, trazendo todas as conotações positivas e negativas, jamais poupando o público. Ironicamente, a música levanta uma mensagem clássica do show-business, de que o espetáculo não pode parar, que também é um tema de Moulin Rouge.



Por fim, vale lembrar que Queen por mais internacional que seja tem origens britânicas e uma quantidade de fãs fervorosos em sua terra-natal. Shaun of the Dead, comédia de Simon Pegg e Edgar Wright, faz uma das melhores homenagens à banda. Uma união de ritmo, diversão e emoção.



O fato do Queen ainda ter essa relevância há quase 40 anos mostra que certos gostos vieram pra ficar, e que nem tudo nessa vida deixa de ser moda. Espero que o cinema continue refletindo essa paixão nos próximos 40 anos e além....



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Há algum tempo atrás, publiquei um post falando da forma como a dublagem vem dominando as salas de cinema pelo país, tirando o espaço das cópias legendadas. Esse post terá o mesmo tom, mas lidando com uma outra questão até mais profunda que vem sendo percebida em filmes recentes: a presença cada vez maior da narração em off.


Quem assistiu ao seriado Narcos, disponível no Netflix, sabe do que estamos falando. A série que aborda a vida e o legado de Pablo Escobar utiliza-se de diversos recursos para contar essa história. O mais relevante tem sido a narração, feita pelo próprio protagonista. Como muitos devem se lembrar, Tropa de Elite teve sua narrativa sustentada pela narração do Capitão Nascimento. O fato de José Padilha estar envolvido com a produção de Narcos mostra que ela possui semelhanças temáticas com os dois filmes, mas que sem dúvida essa é uma tendência recorrente não só do cinema brasileiro, mas que também vem ganhando espaço em Hollywood.


A narração não era um recurso utilizado antigamente. Ela tornou-se popular com o lançamento de Goodfellas - Os Bons Companheiros, de Martin Scorsese. A trama do filme era narrada pelo personagem de Ray Liotta, que descrevia todos os aspectos, introduzia todos os personagens relevantes e sempre tinha comentários na maioria das reviravoltas presentes.



Agora vamos para hoje em dia. O que se mais vê em filmes? Narrações que descrevem os próprios eventos sendo retratados perante nossos olhos. Parece até que estamos assistindo uma sessão feita para o público cego ou com deficiências visuais.



Vi isso pessoalmente no oitavo episódio de Narcos. Sem entrar em spoilers, o episódio mostrava eventos marcantes na vida de Escobar que não precisavam de explicação. O público era mais do que capaz de entender o que estava acontecendo sem ajuda externa. O olhar transmitido por Wagner Moura deixava as motivações de Escobar claras. Só que então, entra a narração que faz questão de verbalizar tudo que já estava óbvio.


Existe o argumento de que esse é um mal necessário para que o público possa entender o que está acontecendo. Discordo completamente disso, até porque durante décadas o público foi capaz de assistir a filmes sem precisar de qualquer ajuda. Se o espectador não consegue entender a história sendo contada, existem duas possíveis explicações por trás: ou o espectador possui déficit de atenção, ou o filme tem um roteiro mal escrito e desenvolvido. E geralmente, as duas respostas valem.


Infelizmente, vivemos numa época em que vivemos constantemente distraídos. A gente senta em mesas de restaurante e passa o tempo olhando para a tela do telefone ao invés de aproveitar o ambiente e a companhia. Isso também acontece quando assistimos a TV ou frequentamos as salas de cinema. O que mais se vê são pessoas com a atenção dividida. Como esperar o mínimo de dedicação a entender a trama de um filme se o espectador considera a distração importante o suficiente para tirar seu foco? Pessoalmente, considero isso uma aberração, sintomática da era atual. O fenômeno dos zumbis digitais. Pretendo abordar essa questão mais a fundo em outro post, principalmente a questão de quem usa aparelhos no escuro do cinema. Voltemos a questão da narração em off....


O grande trunfo de Goodfellas era que a narração mostrava de forma subjetiva como Henry Hill analisava seu próprio histórico. Ele interpretava os eventos do filme do ponto de vista dele, e isso entrava em conflito com certas verdades. Às vezes, a narração fugia dos eventos sendo retratados. Além disso, quando o personagem cometia um ato irrepreensível, o narrador ficava ausente, deixando claro que ele era incapaz de encarar certos fatos e verdades. O Lobo de Wall Street, também de Scorsese, brincou com essa subjetividade da mesma forma. Veja a cena em que Belfort, vivido por DiCaprio, narra a cena em que ele dirige de volta para casa após ficar drogado. Fica claro que a memória do próprio narrador é tão falha quanto a nossa, criando uma relação de adversidade com a própria trama.


Só que essa não é o caso com a maioria dos filmes. Esses usam a narração como apoio narrativo. Na maioria dos casos, a narração é escrita e inserida após as filmagens. Isso deixa o filme com sinais de feito às pressas, destinado a ser criticado, mesmo que tenha êxito na bilheteria. Isso reflete a mentalidade corporativa atual, que trata o público consumidor como gado a ser guiado em certo caminho, assumindo que ele é incapaz de dedução e conclusão. É o mesmo princípio do marketing: estimular as sensações ao invés da inteligência.


No fim das contas, não acho que a narração seja uma presença permanente, pelo menos não de forma tão predominante como atualmente. Filmes refletem a época em que são produzidos. Geralmente, isso é uma moda que tende a passar.




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Momento Trivia: Nocaute

(11 de set de 2015)




Confira alguns fatos e curiosidades a respeito do filme:




- A trilha do filme foi composta por James Horner, que morreu em um acidente aéreo logo antes do filme ser lançado. O diretor Antoine Fuqua mencionou que não tinha espaço no orçamento da
produção para compensar Horner. Mesmo assim, Horner aceitou compor o filme de graça por acreditar no potencial da história sendo contada. Algumas cópias do filme tiveram incluídas nos créditos finais uma homenagem a Horner.


- O filme teve roteiro de Kurt Sutter, que ficou mais conhecido por seu trabalho em séries dramáticas como The Shield, e por ter criado o seriado Sons of Anarchy. Este foi seu primeiro trabalho no cinema.


- Jake Gylenhaal estudou o estilo de luta do boxeador Miguel Cotto para se preparar para o papel. Ele se inspirou na forma como Cotto evoluiu sua técnica ao decorrer de sua carreira.


- As cenas de luta que se passavam em Las Vegas e no Madison Square Garden de Nova York foram filmadas no mesmo local: a Universidade de Indiana, na Pensilvânia. As filmagens das lutas duraram duas semanas.


- Lupita Nyong'o, de 12 Anos de Escravidão, foi escalada para o papel de Angela Rivera, mas teve de abrir mão do projeto para participar de Star Wars: O Despertar da Força.


- A cena em que Billy Hope encontra Tick Willis na escola de boxe foi filmada em Pittsburgh. A direção de arte alterou a locação para parecer com o Bronx, distrito de Nova York, incluindo a construção de placas de rua, táxis nova-iorquinos e pichação que lembra o estilo da cidade.


- Uma das idéias originais do filme era que ele fosse uma espécie de continuação do filme 8-Mile - Rua das Ilusões, inclusive com a possibilidade de Eminem reprisar o papel. Eventualmente, o roteiro seguiu outro caminho e a idéia foi descartada. Como Eminem estava focado na carreira musical, eles preferiram colocar Jake Gylenhaal no papel.






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Estreias da Semana - 10/09/2015

(10 de set de 2015)




Confira em destaque as estreias desta semana logo abaixo:



Love

Murphy está frustrado com a vida ao lado da mulher e do filho. Um dia, ele recebe um telefonema da mãe de sua ex-namorada, Electra, perguntando se sabe do paradeiro dela, estando desaparecida há meses. Isso o deixa com saudades.

Drama / Erótico - França / Bélgica, 2015.

Direção: Gaspar Noé.
Roteiro: Gaspar Noé.
Elenco: Karl Glusman, Aomi Muyock, Klara Kristin, Juan Saavedra, Gaspar Noé, dentre outros.

Duração: 134 min.
Classificação: 18 anos.




La Sapienza

Alexandre Schmid é um brilhante arquiteto que, em falta de inspiração, viaja à procura de inspiração e renovação, estudando a arquitetura de Francesco Borromini. Sua esposa o acompanha. Na viagem, eles conhecem um outro casal e todos vivem uma série de experiências que mudam suas vidas.

Drama - França / Itália, 2014.

Direção: Eugène Green.
Roteiro: Eugène Green.
Elenco: Fabrizio Rongione, Christelle Prot, Ludovico Succio, dentre outros.

Duração: 104 min.
Classificação: 12 anos.




Eu Nunca

Guilherme e Thiago são dois primos que perderam o avô. Sem saber como ludar com a perda, eles fogem para o sítio da família, na companhia da amiga Priscila. Entre bebidas e brincadeiras registradas por uma câmera, eles fazem jogos de sedução com a amiga.

Drama / Suspense - Brasil, 2013.

Direção: Kauê Telloli.
Roteiro: Kauê Telloli.
Elenco: Kauê Telloli, Francisco Miguez, Samya Pascotto.

Duração: 72 min.
Classificação: 16 anos.




Infância

Rio de Janeiro, anos 1950. Dona Mocinha é uma matriarca rígida que é fã de Carlos Lacerda. Seu neto está triste com a morte do cão. Ela também precisa lidar com
o fato de que seu genro vendeu dois terrenos sem sua permissão.

Drama

Direção: Domingos Oliveira.
Roteiro: Domingos Oliveira.
Elenco: Fernanda Montenegro, Maria Flor, Nanda Costa, Paulo Betti, Priscilla Rozenbaum, Renata Paschoal, dentre outros.

Duração: 104 min.
Classificação: 12 anos.




Pequeno Dicionário Amoroso 2

Quinze anos após se separarem, Luiza e Gabriel se reencontram no cemitério, após o velório do padrasto dela. Luiza casou-se novamente, com Alex, e teve um filho. Já Gabriel teve várias namoradas e agora vive com Jaqueline, bem mais nova. O reencontro faz com que Gabriel visite Luiza na galeria de arte. Por ela estar infeliz no casamento, eles iniciam um caso.

Comédia / Romance - Brasil, 2015.

Direção: Mauro Farias e Sandra Werneck.
Roteiro: Paulo Halm, Rita Toledo e Sandra Werneck.
Elenco: Andréa Beltrão, Daniel Dantas, Glória Pires, Eduardo Moscovis, Fernanda Vasconcellos, Renato Góes, Mônica Torres, dentre outros.

Duração: 90 min.
Classificação: 14 anos.




Nocaute

Billy "The Great" Hope é um lutador que buscar ser o campeão invicto, enquanto enfrenta tragédias pessoais. Ele luta para conquistar o amor e respeito da filha.

Drama / Esporte - (Southpaw) EUA, 2015.

Direção: Antoine Fuqua.
Roteiro: Kurt Sutter.
Elenco: Jake Gylenhaal, Rachel McAdams, Forest Whitaker, Oona Lawrence, 50 Cent, dentre outros.

Duração: 124 min.
Classificação: 14 anos.




Carga Explosiva - O Legado

Frank Martin segue trabalhando como transportador de mercadorias perigosas. Ele recebe uma ligação de Anna, que deseja contratá-lo. Ele combina de pegá-la em frente ao Banco de Mônaco. Contudo, ele é surpreendido por duas outras mulheres, que não estava no acordo. Ele descobre que elas mantém seu próprio pai em cativeiro. Para salvá-lo, ele aceita participar do plano das garotas.

Ação / Policial / Suspense - (The Transporter Refueled) França / China, 2015.

Direção: Camille Delamarre.
Roteiro: Adam Cooper, Bill Collage e Luc Besson.
Elenco: Ed Skrein, Ray Stevenson, Loan Chabanol, Gabriella Wright, dentre outros.

Duração: 97 min.
Classificação: 14 anos.




Férias Frustradas

Rusty Griswold trabalha como piloto de avião em uma companhia de baixo custo. É casado com Debbie, e tem dois filhos que vivem brigando. Buscando diversão, ele segue os passos do pai e comanda uma viagem ao parque de diversões Wally World. Eles alugam um carro albanês, mas não fazem idéia do quanto complicada e atrapalhada esta viagem será.

Aventura / Comédia - (Vacation) EUA, 2015.

Direção: John Francis Daley e Jonathan M. Goldstein.
Roteiro: John Francis Daley e Jonathan M. Goldstein.
Elenco: Ed Helms, Christina Applegate, Skyler Gisondo, Steele Stebbins, Chris Hemsworth, Leslie Mann, Chevy Chase, Beverly D'Angelo, dentre outros.

Duração: 99 min.
Classificação: 14 anos.



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Confira detalhes e curiosidades do filme logo abaixo:


- O filme foi baseado na série de TV criada em 1964 por Sam Rolfe, que estrelava Robert Vaughn e David McCallum, e acabou durando quatro temporadas. Inicialmente, a série era para ter sido desenvolvida por Ian Fleming, o criador de James Bond. Inclusive, Napoleão Solo era o nome de um personagem gangster de Goldfinger. Contudo, Fleming deixou o projeto, e o produtor Norman Felton contratou Rolfe. que era um roteirista de TV experiente. Foi Rolfe que criou a sigla U.N.C.L.E. Ele deixou a série após a primeira temporada, e a produção acabou tomando outro rumo.


- Tom Cruise chegou a ser escalado para o papel de Napoleão Solo, mas acabou deixando o projeto para filmar Missão: Impossível - Nação Secreta. Henry Cavill, que estava cotado para o papel de Illya, acabou assumindo o papel de Solo, e Armie Hammer assumiu Illya.


- Um dos motivos pelo qual o diretor Guy Ritchie escolheu manter o design visual do filme na década de 1960 foi para criar um universo próprio, fora da realidade, e distinto dos demais filmes de espionagem sendo produzidos como a franquia Bourne.


- David Beckham faz uma ponta no filme como um operador de projeção.


- Foi o primeiro filme que Guy Ritchie filmou usando apenas câmeras digitais, abrindo mão do uso de película.


- O sobrenome do vilão é Vinciguerra, adaptado da frase italiana vinci guerra (vencer a guerra, em português).


- Steven Soderbergh esteve cotado para dirigir o filme, mas abriu mão do projeto por discordar do estúdio quanto a diversos problemas de orçamento e elenco.


- A trama do filme se passa dois anos após a crise dos mísseis cubanos, mostrando uma história de origem que a série jamais havia retratado. Esse foi o motivo pelo qual Ritchie e Lionel Wigram queriam produzir o filme.


- Armie Hammer assistiu ao seriado inteiro para se inteirar do papel que iria assumir. Supostamente, ele foi o único ator no elenco a fazer essa pesquisa intensiva.





Posted in 0 comentários Postado por Eduardo Jencarelli às 13:13